Se você já ouviu falar em terapia hiperbárica, provavelmente sabe o básico: é um tratamento que usa oxigênio puro dentro de uma câmara pressurizada.
Mas o que você talvez não saiba é que essa tecnologia — cada vez mais usada em hospitais, clínicas especializadas e centros de reabilitação — esconde algumas verdades surpreendentes. Fatos que a maioria das pessoas (inclusive muitos profissionais da saúde) simplesmente desconhece.
Aqui na RCO2 Hiperbárica, uma das maiores referências em oxigenoterapia no sul do Brasil, ouvimos diariamente expressões como:
- “Sério que isso acontece com o oxigênio?”
- “Nunca imaginei que a terapia hiperbárica fazia isso!”
- “Por que ninguém fala mais sobre isso?”
Neste artigo, você vai descobrir 5 fatos incríveis sobre a terapia hiperbárica que poucas pessoas conhecem, mas que podem mudar completamente sua forma de enxergar esse tratamento.
Prepare-se para se surpreender com a ciência por trás da pressão.
Fato #1 – Ela Estimula a Produção de Vasos Sanguíneos
Sim, você leu certo.
A oxigenoterapia hiperbárica aumenta a formação de vasos sanguíneos – e é assim que ela melhora a circulação sanguínea.
O mecanismo central envolve a produção do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e fator de crescimento básico de fibroblastos (bFGF) que estimulam a formação de vasos sanguíneos.
💡 Imagine o potencial disso em pacientes com feridas crônicas, lesões ortopédicas ou até após uma cirurgia plástica.
Na RCO2, protocolos específicos utilizam esse benefício para otimizar a recuperação de pacientes que querem acelerar sua regeneração sem medicamentos agressivos.
Fato #2 – A Terapia Hiperbárica Potencializa o Efeito de Antibióticos
Pouca gente sabe, mas o oxigênio pressurizado atua como um potente aliado no combate a infecções graves, especialmente em tecidos mal vascularizados — onde os antibióticos convencionais têm dificuldade de chegar.
O que acontece na prática:
- O oxigênio em alta concentração inibe o crescimento de bactérias anaeróbicas (aquelas que não sobrevivem em ambientes ricos em oxigênio);
- Ele aumenta a eficiência dos leucócitos (as células de defesa);
- E melhora a perfusão local, permitindo que o antibiótico alcance o foco da infecção com maior eficácia.
Na RCO2 Hiperbárica, isso é extremamente valioso no tratamento de:
- Osteomielite crônica (infecção óssea)
- Pé diabético com infecção local
- Feridas contaminadas
- Infecções pós-cirúrgicas
Fato #3 – Ela Ajuda a Diminuir Danos Causados Pela Radioterapia
Um dos usos mais importantes (e menos conhecidos) da oxigenoterapia hiperbárica é o tratamento de lesões causadas pela radioterapia em pacientes com câncer.
Com o tempo, a radiação pode causar inflamação crônica e necrose de tecidos saudáveis — o que resulta em sintomas como:
- Cistite actínica (inflamação da bexiga)
- Proctite actínica (sangramento retal)
- Fístulas
- Necrose óssea mandibular (frequente em quem trata tumores de cabeça e pescoço)
A terapia hiperbárica aumenta a formação de vasos sanguíneos, reduz inflamações e acelera a regeneração dos tecidos irradiados.
Na RCO2, vemos pacientes com melhora significativa após 30 a 40 sessões, mesmo anos depois da radioterapia.
Fato #4 – É Uma Aliada Promissora Contra a Surdez Súbita?
Você sabia que a Oxigenoterapia Hiperbárica é um dos tratamentos da Surdez Súbita?
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) possui um benefício significativo como terapia adjuvante aos corticosteróides no tratamento da perda auditiva neurossensorial súbita (PANSS), especialmente quando iniciada precocemente e em pacientes com perda auditiva grave a profunda.
A OHB atua aumentando a pressão parcial de oxigênio no ouvido interno, melhorando a microcirculação coclear e melhorando a audição principalmente na perda auditiva grave a profunda (≥70 dB).
Na RCO2, o tratamento multidisciplinar faz toda a diferença.
Fato #5 – O Efeito Terapêutico Continua Mesmo Depois Que a Sessão Termina
Diferente de outros tratamentos, o benefício da câmara hiperbárica não se limita ao tempo em que o paciente está dentro dela.
Após a sessão, o organismo continua com níveis elevados de oxigênio por várias horas, gerando um efeito cascata de benefícios, como:
- Aumento de ATP (energia celular)
- Redução de edema
- Ativação de genes anti-inflamatórios
- Continuidade da regeneração tecidual
- Modulação imune
Isso significa que os efeitos da terapia são acumulativos, ou seja: quanto mais sessões bem indicadas, maior o resultado. Por isso, na RCO2, os protocolos são construídos pensando no médio e longo prazo, com reavaliações periódicas.
Outros Fatos Surpreendentes (Bônus)
Se você gosta de curiosidades, aqui vão alguns extras:
- A primeira câmara hiperbárica registrada foi construída em 1662, na Inglaterra.
- Astronautas da NASA usam protocolos hiperbáricos como parte do treinamento.
- A terapia hiperbárica foi usada em sobreviventes do Titanic durante expedições submersas.
Conclusão: Por Que Você Deveria Saber Esses Fatos?
A maioria das pessoas só ouve falar da terapia hiperbárica quando já está com um problema grave.
Mas agora você sabe que:
- Ela pode ajudar antes de a situação se complicar
- Atua em múltiplos sistemas do corpo
- Tem um impacto profundo em cicatrização, imunidade e cognição
- É baseada em ciência, com resultados reais — desde que realizada com acompanhamento médico e estrutura adequada
A RCO2 Hiperbárica oferece atendimento personalizado, protocolos completos e um espaço totalmente preparado para cuidar de você com excelência técnica e acolhimento humano.
Perguntas Frequentes
1. Posso fazer terapia hiperbárica mesmo se não estiver doente?
Sim, desde que haja indicação médica. Muitos pacientes fazem sessões para recuperação física, suporte ao metabolismo cerebral e longevidade celular.
2. Quanto tempo dura uma sessão?
Entre 60 e 90 minutos, dependendo do protocolo. A RCO2 oferece sessões com total segurança, acompanhamento contínuo e conforto.
3. Há efeitos colaterais?
Geralmente leves e raros (pressão nos ouvidos, sonolência). A maioria dos pacientes relata bem-estar imediato após a sessão.
4. É necessário passar por avaliação médica antes?
Sim. Todo paciente da RCO2 é avaliado por um profissional qualificado, conforme exige o CFM e os padrões internacionais de segurança.
5. Quantas sessões são recomendadas?
Depende do objetivo. Protocolos podem variar de 5 a 40 sessões ou mais, com acompanhamento clínico contínuo.